terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ah o Amor!




Se experimentas o amor como um sentimento que vai e vem você ainda não conhece o amor.

Não adianta mudar de parceiro(a) porque o outro não é responsável pelas tuas emoções, como você julga e imagina que é.

Não adianta se apegar, abrir mão da sua liberdade, abrir mão da sua individualidade, fazer milhares de concessões, mudar seu estilo de vida para se adequar ao outro , porque tudo isto é sinônimo de dependência e dependência é miséria não é amor.

O amor é um sentimento transbordante não nasce de sua carência, só pode nascer da plenitude, se ainda não vives em plenitude e se ainda não te encontrou consigo mesmo, como poderás se encontrar com o outro?

O amor é incondicional, não impõe regras e condições, regras e condições são impostos pelo medo, o medo de que o outro se vá, de que ele se apaixone por outro, o medo de ficar sozinho, quando estás sozinho tem medo de não encontrar ninguém, quando acreditas ter encontrado alguém, tens medo de que este alguém possa se fazer ausente amanhã, porque afinal, ele não estava aí antes.

O medo sempre te acompanha e como você pode amar completamente se o medo é o teu companheiro constante?


E se você impõe condições é porque não ama verdadeiramente, o amor não precisa impor condições, não é dependente, não exige juramentos ou a assinatura de documentos no cartório, não exige que você e o outro abram mão da sua liberdade de ser.

O amor é gratuíto ele não exige nada em troca, se você só é capaz de amar se o outro também te ama, se ele satisfaz tuas necessidades, se ele abre mão do universo para ficar ao teu lado, se ele ele te considera mais importante que a própria vida, então não queres alguém para amar, queres alguém para ser teu escravo, para ser teu criado, para te servir, para te considerar Deus e desta forma poder te adorar acima de tudo.

O primeiro passo para conhecer verdadeiramente o amor é conhecer o que não é o amor, e amor não é escravidão, não é exigência, não é sacrifício, não é dependência, não é apego, não é suicídio, não é sexual, é gratuíto, não exige nada em troca, o amor flui para dentro de nós quando estamos disponíveis para a sua presença suprema.

Permita-te conhecer o verdadeiro amor, livre-se do medo, resgate a sua inocência, sua pureza. 


Seja como você é em tua essência, descubra quem tu és. 

Só há este caminho.

2 comentários:

Flávio disse...

Muito bom o texto Tom...
"(...)O amor é incondicional, não impõe regras e condições(...)"

O amor é algo que você nunca sabe quando pode chegar, quando pode surgir... Pode vir de uma hora pra outra, um dia ou outro, não importa... O amor só é verdadeiro assim que você realmente conhece aquela pessoa especial, que te faça feliz, não adianta conhecer uma pessoa um dia e já dizer que o ama no outro... Nunca se sabe quando pode chegar, e quando chegar vai causar um impacto gigante no seu coração! Na sua vida.
Ame constantemente a pessoa certa, o amor não tem hora para chegar... E nem hora para sair...
Ame esta pessoa como se fosse a última de sua vida, pois você nunca sabe o quanto poderá encontrar uma outra igual a ela...

José Eduardo (Duda) disse...

A MELHOR DEFINIÇÃO DO AMOR:

"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino. Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.
Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor."
(Primeira Epístola De São Paulo Aos Coríntios XIII)

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