quarta-feira, 4 de maio de 2011

Inteligência ou Cultura do Coração?




É curioso o fato de muitas pessoas associarem a habilidade da inteligência intelectual com poder, já com relação a amabilidade, amorosidade, generosidade e gentilileza como virtudes menos apreciáveis ou desejáveis.

A mente dominada pelo egoísmo não consegue compreender que o cultivo da cultura do coração (como era chamado na época de Lun Tsu e que hoje é chamado de inteligência emocional), é de suma importância, uma prioridade, constituindo-se a base e o alicerce de todo e qualquer indivíduo, justamente, devido a ausência do cultivo desta sabedoria, vivemos hoje numa sociedade hostil, instável e violenta.

O conhecimento mais superficial que há é o intelectual, pois este é incapaz de gerar uma força motriz e alimentar uma atitude que conduza a ação, a transformação e o crescimento propriamente dito, por esta razão, muitas vezes os entendidos dizem "ah eu sei disso, mas...".

Já o saber que penetrou a camada emocional, este por sua vez, registrou-se de maneira mais profunda e passa a influenciar diretamente cada ação, cada atitude, que guia o indivíduo no seu dia a dia.

Portanto, o terreno mais fértil para o conhecimento não é o campo da intelectualidade vazia, quando a minha palavra não condiz com o que eu penso, com o que eu sinto e com aquilo que eu sou, isto não passa de uma atitude infantil de quem abre a boca para falar não porque tenha algo para dizer, mas porque ainda se encontra encantado com a habilidade da comunicação em si.

Você é inteligente? Então vá em direção a essência, a base, o alicerce, a matriz, porque é a partir do fundamento primordial é que se extrutura toda a base daquilo que somos, e aí se encontra todas as respostas que definitivamente precisamos, não é na camada mais superficial do ser que encontraremos a base para o verdadeiro crescimento e para a verdadeira transformação.

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