domingo, 17 de julho de 2011

Quem é o meu mestre?




Engraçado!

Quando eu me encontrei com meu mestre a própria idéia que eu tinha de mestre desapareceu.

Porque antes o mestre era um conceito mental e hoje é uma vivência.

O mestre está em todo lugar, em todos os seres e é onipresente, porque a própria expressão da graça em sua suprema sabedoria onisciente.

Dependende apenas de estarmos disponíveis, abertos e entregues aquilo que é!

E a partir disso veremos o mestre na criança, no adulto, no velho, em todos, porque o mestre é a própria essência, portanto todos são nossos mestres, somos discípulos do todo e quando nos permitirmos expressar a partir da essência, parecemos nos tornar mestres também.

Não importa quem seja, ao encontrar alguém esteja ao lado deste sem nenhum julgamento, não traga tuas memórias com relação a ele a tona, encontre-o agora, no presente, permita observá-lo como uma manifestação da Grande Vida, um ser plenamente ligado e conectado ao todo e como expressão do todo, não importa quem seja, e poderá sentir que neste alguém reside a essência e, portanto, ali também está o mestre.

Aquele que hoje eu chamo carinhosamente de Bapú é apenas uma referência tangível para mim, daquilo que devido a minha ignorância pode parecer por vezes intangível em todas as pessoas, esta referência é de um ser que trouxe para a sua consciência, o conhecimento da sua plena união com a fonte.

E é ele que me revela hoje quem sou em minha real natureza, pura felicidade, pura liberdade.


Por isso não há diferença entre eu e ele, como não há diferença entre eu e aqueles que moram nas ruas ou em mansões, não há diferenças entre aqueles que ainda vivem o personagem e aqueles que já se despiram do personagem. 

Tudo simplesmente é uno com a a fonte e origem de todas as coisas e seus destinos é estarem coscientes desta união.

Obrigado mestre!



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