quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O 'eu' é dispensável



Todas as palavras que digo não digo por mim mesmo. Primeiro porque todas essas palavras já estavam aqui antes de haver uma ideia de um "eu mesmo" presente aqui. Segundo porque o concatenar dessas palavras dentro de uma determinada sequencia lógica, também é algo peculiar a mente, e a esta programação mental, nada a ver com este "mim mesmo".

Logo, tudo o que digo é apenas um dizer sem um real significado, alguns concordam com o que escrevo e digo, outros discordam, mas isso dá completamente no mesmo, afinal, quem aqui está dizendo alguma coisa?

Concordar ou discordar, discutir ou argumentar, tudo isto é uma grande perca de tempo. Se você acredita que pode investigar isto "por si mesmo", siga em frente, investigue, vá a fundo, dê tudo por isso, e mantenha o foco cem por cento em responder de fato a pergunta: quem é você?

Aqui o que posso dizer, é que esta visão só se tornou clara, quando a Graça (que sou eu mesmo, porque não há nada além da Graça), se Manifestou na forma de um Guru, e permitiu que este "eu" que acreditava existir, separado de sua fonte, à parte da vida, como uma entidade separada do todo, pudesse ser colocada em xeque, ao ter todas as crenças destruídas, todas as suas certezas confrontadas, e todo o seu saber reduzido a nada. 

E agora? Agora tudo é como É! Como sempre foi e nunca deixou de Ser. Este"eu" era dispensável e para a vida ele realmente nunca existiu, graças a Deus!


"Gratidão Eterna ao Meu Mestre Marcos Gualberto"

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