quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Você pode se permitir esta simplicidade, esta vulnerabilidade, esta ausência de si mesmo?




Você pode se permitir esta simplicidade, esta vulnerabilidade, esta ausência de si mesmo?

Nesta simplicidade você simplesmente é um com a vida, você não se opõe a nada daquilo que se apresenta, você não decide mudar o mundo, porque descobre que não há nada para ser mudado e que você não existe para mudar alguma coisa. 

Nessa simplicidade você não é importante, você é como um pequeno pássaro, frágil, vulnerável, que nada sabe, nada conhece e que não está preocupado em saber, em conhecer, você apenas flui com a vida...

Você pode abrir mão do julgamento, abrir mão da análise intelectual, das discussões filosóficas e a admitir a sua completa ignorância? Você pode simplesmente ser como uma criança diante da imensidão e grandiosidade da existência?

Se você não puder admitir esta simplicidade, esta vulnerabilidade e esta ausência de si mesmo, você não pode conhecer a paz, a sabedoria, você não pode conhecer o Ser, não pode ter este encontro com a verdade. 

A verdade que não é um conjunto de palavras, de explicações, a verdade que é a unidade de todas as coisas, a verdade que é a ausência de separatividade, que é a ausência de um eu, que é o fim do sentido de uma identidade separada...

"Gratidão Eterna ao meu Mestre Marcos Gualberto"

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