É inerente ao ser humano a busca da felicidade, no entanto, àqueles que nos ensinaram desde quando éramos crianças; como ser felizes, não eram felizes.
Desta
maneira, o meio que aprendemos com o mundo para a conquista da felicidade tem nos
causado uma grande infelicidade, porque tais meios sempre nos colocam
na dependência de um cem número de fatores externos, que não estão em
nossas mãos e que são impossíveis de se concretizarem.
Ora
esperamos encontrar o par perfeito e ficamos na dependência de que
surja alguém, se surge alguém nos tornamos dependente deste alguém e
sofremos muito mais a angústia e a dificuldades de uma relação, do que uma
alegria genuína que nos traga paz e satisfação. Se conquistamos
dinheiro, precisamos de mais dinheiro, nunca é o suficiente. Se queremos
o trabalho ideal, é necessário abrir mão de toda uma vida pessoal, para se
dedicar ao labor e para mantê-lo. Se nos entregamos
desenfreadamente ao prazer nos tornamos profundamente vulneráveis a dor
e desta forma, nunca alcançamos a tal sonhada felicidade, nunca há
satisfação, nunca há um real e contínuo preenchimento.
E
nós vamos até o Satsang justamente para desaprender todos esses padrões
que nos tem feito infelizes, desaprender toda a miséria que costumamos
criar a nós mesmos, desaprender todas as compulsões e caminhos de
válvulas de escape que não nos ajuda a solucionar a causa real de nosso
sofrimento, mas que apenas perpetua uma história de vida baseada na
luta, no sacrifício, na insatisfação e na ausência de felicidade.
Ao
desconstruir todo esse mecanismo e a nos despirmos de todos os
aprendizados, temos pela primeira vez um contato consciente e direto da
nossa Real Natureza, e é aí que mora a verdadeira felicidade, neste
encontro com aquilo que você é verdadeiramente e o desaprendizado
completo daquilo que você acredita ser e aprendeu que é, neste
condicionamento obtido, na assim chamada relação, com o
mundo e com o outros.
Você não é quem você acredita ser, você está além de todas as histórias,
de todos acontecimento, de todo trauma e sofrimento, de toda
insatisfação, porque você é pura liberdade, expressão grandiosa da
existência, obra prima desta presença onipresente, desta Graça que é o
cerne, a essência própria da vida.
Venha ao Satsang!
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